Análise de Indicadores Internos e Externos  CPC 01 – Teste de Impairment

Análise de Indicadores Internos e Externos CPC 01 – Teste de Impairment

O teste de Impairment é obrigatório?

A dúvida é recorrente nas empresas, mesmo após 10 anos da edição do CPC-01 muitos profissionais da área ainda não sabem se o teste de impairment é ou não obrigatório.

Antes de abordamos a questão objetivo deste post, ou seja, esclarecer se o teste de Impairment é obrigatório ou não, vamos apresentar os destaques do CPC-01 específico sobre esse tema

Destaques do CPC-01 específico sobre o tema

O CPC-01 “não exige que uma entidade faça uma estimativa formal do valor recuperável” (exceto para o ágio), porém há indicadores de que a perda possa ter ocorrido e este é o objetivo deste serviço de Análise de indicadores.

Compreende na Análise de Indicadores Internos e Externos da empresa, conforme orientação específica do CPC-01 para identificar a necessidade de realização (ou não) do Teste de Impairment,

A edição de Lei nº 11.638/07 foi o primeiro passo para a convergência das normas brasileiras ao padrão adotado internacionalmente. A partir dessa Lei, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC aprovou diversos pronunciamentos técnicos com o objetivo de implantar o padrão IFRS no Brasil. O Teste de Impairment foi aprovado e definido pelo CPC através do Pronunciamento Técnico nº um (CPC 01) em correlação às Normas Internacionais de Contabilidade – IAS 36 (IASB).

Em que consiste o teste de impairment

O Teste de Impairment consiste na adoção de determinados procedimentos que visam assegurar que os ativos de longa duração não estejam registrados contabilmente por um valor superior àquele passível de ser recuperado por uso ou por venda.

Visando facilitar o entendimento do objetivo deste Blog, segue abaixo apenas os destaques do CPC-01 que tratam dos Indicadores Internos e Externos:

  • COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS
  • PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 01
  • REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS

Capítulo 1

O objetivo deste Pronunciamento Técnico é definir procedimentos visando a assegurar que os ativos não estejam registrados contabilmente por um valor superior àquele possível de ser recuperado por uso ou por venda. Caso existam evidências claras de que ativos estão avaliados por valor não recuperável no futuro, a entidade deverá imediatamente reconhecer a desvalorização por meio da constituição de provisão para perdas. O Pronunciamento também define quando a entidade deve reverter referidas perdas e quais divulgações são necessárias.

Capítulo 7

Um ativo está desvalorizado quando seu valor contábil excede seu valor recuperável.

Os itens 10 a 12 descrevem algumas indicações de que essa perda possa ter ocorrido; se qualquer dessas situações estiver presente, uma entidade deve fazer uma estimativa formal do valor recuperável. Se não houver indicação de uma possível desvalorização, exceto conforme descrito no item 9 (intangível deve ser obrigatoriamente testado anualmente, os demais ativos, apenas se houver alguma indicação de perda – interna ou externa), este Pronunciamento não exige que uma entidade faça uma estimativa formal do valor recuperável.

Capítulo 10

Ao avaliar se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido desvalorização, uma entidade deve considerar, no mínimo, as seguintes indicações:

Fontes externas de informação

(a) durante o período, o valor de mercado de um ativo diminuiu sensivelmente, mais do que seria de se esperar como resultado da passagem do tempo ou do uso normal;

(b) mudanças significativas com efeito adverso sobre a entidade ocorreram durante o período, ou ocorrerão em futuro próximo, no ambiente tecnológico, de mercado, econômico ou legal, no qual a entidade opera ou no mercado para o qual o ativo é utilizado;

(c) as taxas de juros de mercado ou outras taxas de mercado de retorno sobre investimentos aumentaram durante o período, e esses aumentos provavelmente afetarão a taxa de desconto usada no cálculo do valor em uso de um ativo em uso e diminuirão significativamente o valor recuperável do ativo;

(d) o valor contábil do patrimônio líquido da entidade é maior do que o valor de suas ações no mercado;

Fontes internas de informação

(e) evidência disponível de obsolescência ou de dano físico de um ativo;

(f) mudanças significativas, com efeito adverso sobre a entidade, ocorreram durante o período, ou devem ocorrer em futuro próximo, na medida ou maneira em que um ativo é ou será usado. Essas mudanças incluem o ativo que se torna inativo, planos para descontinuidade ou reestruturação da operação à qual um ativo pertence, planos para baixa de um ativo antes da data anteriormente esperada e reavaliação da vida útil de um ativo como finita ao invés de indefinida; e

(g) evidência disponível, proveniente de relatório interno, que indique que o desempenho econômico de um ativo é ou será pior que o esperado.

Capítulo 11

A relação constante do item 10 não é exaustiva. Uma entidade pode identificar outras

indicações ou fontes de que um ativo pode ter se desvalorizado, exigindo que a entidade determine o seu valor recuperável.

Capítulo 12

Evidência proveniente de relatório interno que indique que um ativo pode ter se desvalorizado inclui a existência de:

(a) fluxos de caixa para adquirir o ativo ou necessidades de caixa subsequentes para operar ou mantê-lo, que sejam significativamente mais elevadas do que originalmente orçadas;

(b) fluxos de caixa líquidos reais ou lucros ou prejuízos operacionais gerados pelo

ativo, que são significativamente piores do que aqueles orçados;

(c) queda significativa nos fluxos de caixa líquidos orçados ou no lucro operacional ou um aumento significativo no prejuízo orçado gerado pelo ativo; ou

(d) prejuízos operacionais ou saídas de caixa líquidas em relação ao ativo, quando os números do período atual são agregados com números orçados para o futuro.

Procedimentos importantes

A Global Consultoria aplica um questionário abordando as possíveis situações que caracterizam o indicativo de perda de valor de um Ativo, conforme orientação do CPC-01. O questionário é respondido pelos gestores da empresa analisada e embasa nossa conclusão sobre a necessidade (ou não) de realização do teste de Impairment.

Conclusão

Como vimos nos destaques do CPC-01 apresentados acima, a resposta para a questão é: Não, incialmente o teste de Impairment não é obrigatório, mas as empresas devem verificar se há sinais de perda de valor recuperável em seus ativos. Se houver a indicação de perda, aí sim, a realização do teste de Impairment passa a ser obrigatória.

Se ainda houverem dúvidas sobre esse tema ou se sua empresa precisa do serviço de Análise de indicadores de necessidade de teste de Impairment, estamos a disposição para maiores informações. Contate-nos através do 0800.009.5555 (51) 98599.4248 ou pelo nosso FORMULÁRIO DE CONTATO

 

 

Teste de Impairment : Afinal,  é obrigatório ou não?

Teste de Impairment : Afinal, é obrigatório ou não?

Você tem dúvidas sobre a obrigatoriedade do Teste de Impairment?

No post de hoje vamos falar sobre  a Análise de Indicadores Internos para a Realização (ou não) do Teste de Impairment e falar sobre a “obrigatoriedade ou não da realização do Teste de Imparidade”, abordando os serviços executados pela Global Consultoria que contribuem sua execução.

A primeira edição do CPC-01 data do início de 2008, ou seja, há mais de 12 anos, mas até hoje ainda persistem algumas dúvidas nos gestores das empresas sobre a sua obrigatoriedade.

OBS: Importante salientar que este Blog abordará exclusivamente o Ativo Tangível. A respeito do Teste de Impairment do Ativo Intangível abordaremos o tema do próximo post.

E recorrente a questão: O teste de Impairment é obrigatório? Tenho que realiza-lo anualmente? Há alguma outra alternativa?

Ao logo de nossa experiência no mercado,  percebemos que muitos de nossos clientes apresentam  as mesmas dúvidas recorrentes, por isso o nosso objetivo de hoje é divulgar a resposta definitiva para ajudá-los a compreender melhor essa questão.

O primeiro ponto que temos que salientar é que a resposta é NÃO.

Não é obrigatória a realização direta do Teste de Imparidade. No entanto que é obrigatório SIM é a ANÁLISE DE INDICADORES INTERNOS E EXTERNOS para identificação da necessidade de realização do Impairment Teste.

O CPC-01 nos tópicos de 10 a 12 lista detalhadamente quais são os indicadores internos e Externos que se existirem na empresa apontarão para a obrigatoriedade do Teste de Impairment.

Se a resposta aos indicadores não indicar a necessidade de realização de Teste de Impairment, esse não será obrigatório, porém, se algum dos indicadores apontar para essa perda, aí sim, o Teste de Impairment deverá ser realizado na empresa.

Para melhor entendimento, considere o seguinte exemplo:

Durante o exercício houve parada de produção ou retirada de linha de algum produto ou serviço?

Há evidência de obsolescência físico ou tecnológica de algum ativo ou de alguma linha de produção?

  • Se a resposta para um desses dois exemplos hipotéticos for SIM, está identificada a necessidade de realização do teste de Impairment.
  • Se a resposta para ambas questões for NÃO, não há necessidade.

O CPC-01 apresenta várias questões e ressalta que são apenas exemplos de indicadores internos e externo que evidenciariam a necessidade de realização do teste de Impairment.

Segue abaixo o RESUMO DO CPC-01 APENAS COM OS TÓPICOS relativos ao tema que estamos abordando neste post.

  • COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS
  • PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 01
  • REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS

Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade – IAS 36 (IASB)

PRONUNCIAMENTO

Objetivo

1 O objetivo deste Pronunciamento Técnico é definir procedimentos visando a assegurar que os ativos não estejam registrados contabilmente por um valor superior àquele possível de ser recuperado por uso ou por venda. Caso existam evidências claras de que ativos estão avaliados por valor não recuperável no futuro, a entidade deverá imediatamente reconhecer a desvalorização por meio da constituição de provisão para perdas. O Pronunciamento também define quando a entidade deve reverter referidas perdas e quais divulgações são necessárias.

7 Um ativo está desvalorizado quando seu valor contábil excede seu valor recuperável.

Os itens 10 a 12 descrevem algumas indicações de que essa perda possa ter ocorrido; se qualquer dessas situações estiver presente, uma entidade deve fazer uma estimativa formal do valor recuperável. Se não houver indicação de uma possível desvalorização, exceto conforme descrito no item 9 ((intangível deve ser obrigatoriamente testado anualmente, os demais ativos, apenas se houver alguma indicação de perda – interna ou externa )), este Pronunciamento não exige que uma entidade faça uma estimativa formal do valor recuperável.

10  Ao avaliar se há alguma indicação de que um ativo possa ter sofrido desvalorização, uma entidade deve considerar, no mínimo, as seguintes indicações:

Fontes externas de informação

(a) durante o período, o valor de mercado de um ativo diminuiu sensivelmente, mais do que seria de se esperar como resultado da passagem do tempo ou do uso normal;

(b) mudanças significativas com efeito adverso sobre a entidade ocorreram durante o período, ou ocorrerão em futuro próximo, no ambiente tecnológico, de mercado, econômico ou legal, no qual a entidade opera ou no mercado para o qual o ativo é utilizado;

(c) as taxas de juros de mercado ou outras taxas de mercado de retorno sobre investimentos aumentaram durante o período, e esses aumentos provavelmente afetarão a taxa de desconto usada no cálculo do valor em uso de um ativo em uso e diminuirão significativamente o valor recuperável do ativo;

(d) o valor contábil do patrimônio líquido da entidade é maior do que o valor de suas ações no mercado;

Fontes internas de informação

(e) evidência disponível de obsolescência ou de dano físico de um ativo;

(f) mudanças significativas, com efeito adverso sobre a entidade, ocorreram durante o período, ou devem ocorrer em futuro próximo, na medida ou maneira em que um ativo é ou será usado. Essas mudanças incluem o ativo que se torna inativo, planos para descontinuidade ou reestruturação da operação à qual um ativo pertence, planos para baixa de um ativo antes da data anteriormente esperada e reavaliação da vida útil de um ativo como finita ao invés de indefinida; e

(g) evidência disponível, proveniente de relatório interno, que indique que o desempenho econômico de um ativo é ou será pior que o esperado.

11 A relação constante do item 10 não é exaustiva. Uma entidade pode identificar outras indicações ou fontes de que um ativo pode ter se desvalorizado, exigindo que a entidade determine o seu valor recuperável.

12 Evidência proveniente de relatório interno que indique que um ativo pode ter se desvalorizado inclui a existência de:

(a) fluxos de caixa para adquirir o ativo ou necessidades de caixa subsequentes para operar ou mantê-lo, que sejam significativamente mais elevadas do que originalmente orçadas;

(b) fluxos de caixa líquidos reais ou lucros ou prejuízos operacionais gerados pelo ativo, que são significativamente piores do que aqueles orçados;

(c) queda significativa nos fluxos de caixa líquidos orçados ou no lucro operacional ou um aumento significativo no prejuízo orçado gerado pelo ativo;

ou

(d) prejuízos operacionais ou saídas de caixa líquidas em relação ao ativo, quando os números do período atual são agregados com números orçados para o futuro.

Ainda ficou com alguma dúvida?

Se você tiver qualquer dúvidas e deseje nos fazer um questionamento, estamos à disposição para ajudá-lo. E caso sua empresa precise realizar o serviço de TESTE DE IMPAIRMENT OU DA ANÁLISE DE INDICADORES INTERNOS E EXTERNOS, estamos a disposição para maiores informações. Contate-nos pelo 0800.009.5555 (51) 98599.4248 pelo formulário de CONTATO

 

Inventário Patrimonial em redes de Supermercados

Inventário Patrimonial em redes de Supermercados

A importância do inventário patrimonial nas redes de supermercados

Para a maioria das Redes de Supermercados, uma das grandes dificuldades enfrentadas pelos gestores é manter com absoluta precisão o controle dos seus processos internos, principalmente em relação à área contábil e do Imobilizado.

Em muitos casos, uma grande dificuldade está em criar processos para manter os registros contábeis de seus bens patrimoniais devidamente organizados e livres de erros.

Embora se perca em meio a outras prioridades no dia a dia das equipes contábeis, o controle dos bens patrimoniais é um assunto muito importante, uma vez que as discrepâncias entre a localização física dos seus ativos e seus respectivos registros contábeis, podem prejudicar a visão exata do patrimônio que o supermercado realmente possui.

Informações incorretas podem prejudicar o balanço

E as informações incorretas podem prejudicar o balanço, interferir nas suas projeções de investimentos e de depreciação. Além de impactar na precisão do planejamento financeiro.

Por exemplo, imagine que na sua rede de supermercados tenha um ativo fixo que por falha/danificação precise de uma reposição imediata, mas que por falta de acompanhamento essa compra não estava prevista no seu planejamento. Isso pode gerar um investimento não previsto e prejudicar o seu fluxo de caixa.

Por conta disso, entre outros fatores, a reorganização dos bens patrimoniais é algo que deve estar no “radar” dos gestores, que devem se preocupar em realizar um inventário físico completo dos seus bens imobilizados periodicamente.

Inventário indo além das exigências das auditorias

Grande parte das Redes de Supermercados que realizam o inventário patrimonial, o fazem por exigências das auditorias. No entanto, o inventário de bens patrimoniais vai muito além de um mero laudo para fins de balanço ou atendimento à legislação.

Os bens imobilizados são o patrimônio da empresa e devem ser preservados, organizados e devidamente controlados, por isso, o inventário físico dos ativos não deve ser encarado como um custo ou uma atividade obrigatória.

Pelo contrário, deve entrar na rotina anual das empresas como um ponto importante para ajudar a empresa a manter a sua saúde financeira. E ter tanta prioridade quanto o DRE ou o demonstrativo de Fluxo de caixa.

O inventário patrimonial para o supermercado não é uma atividade fácil de ser realizada. Trata-se de uma atividade complexa e que demanda tempo, planejamento e equipes especializadas para o sucesso no resultado. Dessa forma, é recomendável contratar empresas especialistas para sua realização.

Como ter um laudo técnico preciso

A terceirização do inventário libera a sua equipe para cuidar do seu negócio e garante um laudo técnico preciso.

A Global Consultoria é uma empresa especialista na realização do inventário físico de todo o ativo imobilizado e conta com software próprio, equipe altamente capacitada e processos que garante um resultado preciso para a sua empresa.

Com metodologia própria a Global realiza o inventário em Redes de Supermercados seguindo algumas etapas:

Características do projeto de inventário em redes de supermercados

  • Planejamento do projeto e detalhamento de cada etapa de trabalho;
  • Vistoria Prévia de campo e realização do “projeto piloto” com a escolha de uma loja que servirá de modelo para as descrições e critérios para serem replicados as demais lojas da rede;
  • Elaboração do Cronograma detalhada e com acompanhamento diário da evolução do projeto;
  • Execução do inventário físico com detalhamento e identificação individual de cada item do Imobilizado;
  • Revisão de qualidade e auditoria dos locais inventariados, realizada pelos gestores da Global e com o acompanhamento do cliente.
  • Finalização do projeto com a entrega dos arquivos, Laudos e relatórios de itens inventariados, conciliados e sobras para cada uma das lojas da rede que foram inventariadas e um consolidado.

Resultado esperado

O resultado é uma relação de todos os bens existentes nas lojas, devidamente identificados, com toda a descrição padronizada, com os respectivos locais e centro de custos atualizados pelo inventário imobilizado.

Agora que você já sabe a história e a importância do inventário patrimonial para a sua empresa e como realiza-lo de forma fácil e segura, está na hora de começar! Entre em contato com nossa equipe comercial através do fone 0800.0095555 ou acesse o FORMULÁRIO de contato e peça uma visita de nossos consultores.

Por Gilberto Oliveira – Diretor Comercial da Global Consult

 

Fusões e Aquisições de empresas: serviços e processos

Fusões e Aquisições de empresas: serviços e processos

Serviços e processos para aquisições e fusões de empresas

O Brasil bateu recorde de Fusões & Aquisições em 2019, segundo matéria veiculada no G1 que abordaremos neste Blog. E nos post de hoje vamos abordar os serviços executados pela Global Consultoria que contribuem para as Fusões e Aquisições de empresas.
Para a determinação correta do valor da empresa a avaliação deve abranger o Ativo Tangível e também o Intangível dos quais destacamos os seguintes serviços oferecidos pela Global Consultoria:
Avaliação de Intangível – Avaliação de Marcas, Fundo de Comércio, Ponto Comercial, Matrizes, Carteira de Clientes são os principais ativos nesta linha.
Avaliação do Ativo Imobilizado – Avaliação de Edificações, Terrenos, Máquinas, Equipamentos, veículos são os mais comuns nesta classe de Imobilizado.
Este post aborda o momento atual no Brasil para Fusões & Aquisições e apresentar os serviços de Avaliação de Ativos da Global Consult.

Fusões & Aquisições no Brasil em 2019

Segundo o site de notícias G1 o Brasil bateu um novo recorde de fusões e aquisições em 2019, com 1.231 transações realizadas. Este foi o terceiro ano seguido em que as operações batem recorde.

Ainda segundo o site, foram 1.231 transações concretizadas, terceiro ano seguido em que essas operações alcançam a sua máxima.

Em relação a 2018, quando as fusões e aquisições foram de 967, houve um crescimento de 27,3%. Em 2017, esse número chegou a 830.

Um dos fatores que contribuíram para os resultados no ano passado foi o aumento considerável nas transações domésticas, que saltaram de 550 em 2018 para 782 em 2019. Trata-se de um crescimento de 42,2%.

As aquisições pelas empresas estrangeiras também tiveram uma expansão relevante, de 19%, totalizando 374 transações em comparação às 315 de 2018. Estas operações apresentaram forte aceleração no segundo semestre de 2019, quando foram concretizadas 223, ante 151 do primeiro semestre.

Segundo o site G1, o levantamento mostra que o setor de empresas de internet manteve a liderança, saltando de 169 operações em 2018, para 293 em 2019, uma alta de 73%, seguida pelos setores de tecnologia da informação (158), hospitais e laboratórios de análises clinicas (87), segmento imobiliário (77), outros setores (72), alimentos, bebidas e fumo (52) e companhias de energia (51).

Por região, Sudeste e Sul do Brasil foram as que mais se destacaram, com as respectivas operações de fusões e aquisições em cada Estado destacadas a seguir: São Paulo, 750; Rio de Janeiro, 119; Paraná, 73; Minas Gerais, 60; Rio Grande do Sul, 53; e Santa Catarina, 44.

Como a Global Consultoria pode contribuir para o processo de Aquisição & fusão de empresas?

A Global Consultoria participa destes projetos fornecendo os serviços de avaliação de Ativos (Tangíveis e Intangíveis), apresentamos abaixo o resumo das avaliações que são fundamentais para a correta avaliação da empresa:

Avaliação de Imóveis

A determinação do valor de mercado de bens imóveis é efetuada e apresentada através de emissão de um Laudo de Avaliação de Imóveis que deve ser emitido de acordo com a normatização Brasileira e que atenda integralmente os CPC’s.

O Laudo dos Bens Imóveis elaborado pela Global é desenvolvido de acordo com as normas ABNT – NBR 14653-Parte 2 e com as normatizações do IBAPE – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia, além de atender os CPC’s e demais Leis pertinentes ao tema.

Avaliação de Máquinas e Equipamentos

O serviço de Avaliação de Máquinas e equipamentos executado pela GLOBAL CONSULT é realizado por profissionais qualificados, com longa vivência na área de engenharia de avaliações. Utilizamos métodos consagrados de mercado com altos níveis de precisão.

Avaliações através de pesquisa de mercado junto aos fabricantes e fornecedores dos equipamentos a serem avaliados. Os Laudo são emitidos de acordo com as normas especificas da ABNT e do IBAPE.

Avaliação Econômica

A avaliação econômica consiste em valorar a empresa partir de sua possibilidade de geração de renda futura, na prática a analise considera o negócio segundo o valor acionário, patrimonial e o fluxo de caixa descontado.

A Global desenvolve o trabalho de Valuation através da análise da capacidade de remuneração do negócio aos seus acionistas á longo prazo, resultando no valor econômico da empresa.

O serviço se aplica a diversos segmentos, tais como, empresas de alta tecnologia (startups) que possuem baixos investimentos em ativo fixo (maquinas, equipamentos, móveis e prédios) não representam o real potencial de gerar recursos e lucros.

A elas deve-se agregar a análise do capital humano, seu conhecimento tecnológico, bem como, seu relacionamento com o mercado, que projetam o “Valuation”, o valor da avaliação econômica da empresa.

Para a avaliação econômica da empresa, reúne-se um conjunto informações envolvendo inclusive a análise dos bens tangíveis como os intangíveis, os quais são componentes da identificação do “valor econômico” da empresa.

A metodologia apresenta de forma clara e coesa as variáveis-chaves para formação do valor de avaliação, e simula diferentes cenários considerando as premissas macroeconômicas, estratégicas, operacionais e financeiras da empresa avaliada.

Avaliação de Marcas

Existem diferentes metodologias e diferentes aspectos que podem ser abordados em uma avaliação de Marca. Dentre os diversos modelos e metodologias de avaliação, alguns possuem enfoque qualitativo, visando a avaliar a força da marca e seus principais direcionadores de valor; outros possuem um enfoque quantitativo, visando a calcular o valor monetário da marca. Também existem metodologias que consideram esses dois aspectos, sendo mais complexas e possibilitando uma análise mais ampla.

O Modelo Quantitativo de avaliação adotado pela Global considera o aspecto econômico e financeiro para atribuir o valor a Marca, através da metodologia que considera essencialmente aspectos econômicos quantificáveis que permite apurar o valor da Marca com base na prática de margens operacionais das empresas do setor, preferencialmente de concorrentes diretos, analisando o valor da empresa com e sem o atributo marca a partir do comparativo da prática de preços.

A Global Consult parte da premissa que uma marca forte permite que a empresa pratique preços superiores às empresas que não detêm o mesmo reconhecimento de marca, sendo assim, para o cálculo do valor da marca, é aplicado o percentual de variação de preços (entre os preços praticados pela marca avaliada e seus concorrentes) sobre a Receita Operacional Líquida da empresa.

O que diferencia os fluxos (com e sem o efeito da Marca) é a geração marginal de receita, que corresponde ao valor agregado da marca, ou melhor, valor agregado pela preferência do consumidor pela Marca.

Se você ou a sua empresa precisam de maiores informações sobre “Os serviços da Global Consultoria para o processo de Fusões e Aquisições” contate-nos pelo 0800.009.5555 ou preencha nosso FORMULÁRIO DE CONTATO

 

Como avaliar uma startup

Como avaliar uma startup

Conheça os critérios para avaliação de uma startup

A avaliação de startups requer  um processo complexo que exige alguns cuidados específicos, devido às suas características próprias.

Baseados nessa necessidade de avaliação e nas dúvidas sobre quais métodos adotar para avaliar uma startup, nós